Organização doméstica começa com a limpeza

Não existe organização doméstica sem limpeza.As moradias estão cada vez menores, mas a quantidade de coisas que acumulamos, cresce sem parar. A conta não fecha! Resultado: basta um descuido para que a bagunça se instale nas nossas casas. O problema tomou tal proporção que especialistas em organização doméstica viraram celebridades, como é o caso da japonesa Marie Kondo, autora do best-seller A Mágica da Arrumação, no topo da lista de livros de autoajuda do The New York Times.

Quem já entrou nessa onda sabe não existe organização sem limpeza. Para facilitar a faxina, a ordem é separar os produtos em diferentes cestos: em um coloque o material para cozinha; em outro, os específicos para banheiro, e assim por diante. Agindo assim, você ganha tempo e previne contaminações. Um dos erros mais comuns é limpar ambientes diferentes com as mesmas esponjas – o que distribui as bactérias mais comuns no banheiro e na cozinha por toda a casa.

“Outra dica para otimizar a limpeza é adquirir produtos específicos para diferentes superfícies”, diz Tiago Kotovicz, Coordenador de Produtos do segmento de limpeza da Condor, empresa que se diferencia por garantir excelência com preço competitivo. Ele destaca quatro esponjas da marca:

  • Esponja Multiuso – produzida com espuma e manta abrasiva de alta qualidade, que garantem um poder de limpeza superior. Excelente poder de absorção: retém mais detergente, proporcionando um melhor resultado durante o uso. Ideal para lavar louças, panelas, tigelas, fogões, pias, cubas, entre outros. Preço médio: R$ 1,49
  • Esponja Delicada – desenvolvida para lavar louças e objetos delicados, como louças finas, panelas antiaderentes e cubas de inox, entre outras. Também é produzida com espuma e manta abrasiva de alta qualidade e oferece grande absorção de detergente. Preço médio: R$ 1,69
  • Esponja Topa Tudo – feita com fibra sintética e material abrasivo ideal para limpeza muito pesada (grelhas, espetos e panelas de ferro, por exmplo). Pode ser utilizada de ambos os lados e não enferruja; por isso, tem excelente durabilidade. Preço médio: R$ 3,49
  • Esponja Proteção para as Unhas – em formato anatômico, facilita o manuseio e protege as unhas durante a limpeza. Também é feita com espuma e manta abrasiva de alta qualidade e tem alto poder de absorção. Preço médio: R$ 1,99

Limpeza, Higiene Bucal e Beleza são os três segmentos de negócios da Condor. A empresa fundada, em 1929, pelo imigrante alemão Augusto Emílio Klimmek, em São Bento do Sul, interior de Santa Catarina, lidera o mercado de escovas dentais infantis e escovas para cabelos. E segue firme no posicionamento de conquistar a liderança no setor de produtos “não químicos” no varejo de limpeza. Seus 1.500 funcionários se revezam em turnos na produção de vassouras, esfregões, rodos, baldes, pás, escovas dentais e para cabelos, esponjas e muitas linhas de utilidades para o lar. Os produtos com a marca Condor são desenvolvidos para proporcionar bem-estar e saúde para toda família.

Pintar o quarto da criança ou aplicar papel de parede?

Quando os filhos estão pequenos é uma das fases que os pais mais gostam, pois podem brincar e diversificar na hora de comprar roupas, calçados, fazer a decoração de quartos e festas de aniversários.

Quando as mães fazem festas de aniversários vão a lojas e compram vários produtos dizendo que está agradando os filhos, no entanto na maioria das vezes nem sempre a criança é capaz de entender o que está acontecendo por ser muito pequena, em situações assim então prevalece mesmo é o gosto da mãe ou do pai, mesmo que estes jurem ter feito tudo para agradar o filho.

Imagine uma mãe fazendo o aniversário de um ano de idade de sua filha. De quem será a escolha da decoração? Obviamente que será da mãe. Todos os detalhes são escolhidos pelas mães, e nessas situações o que acaba acontecendo sempre é que é feita uma festa com motivos infantis mais que no fundo está agradando mesmo são os adultos.

Crianças muito pequenas não irão lembrar-se dos detalhes da festa, da decoração do papel de parede usado, enfim ficaram apenas as fotos que no futuro servirá de lembranças tanto o para os filhos como para os pais.

A contratação de pessoas para fazer a decoração do ambiente é detalhe bastante complicado, já que nem sempre as cidades pequenas têm pessoas que ofereçam esses serviços. Também não se pode contratar uma loja de papel de parede infantil em São Paulo, por exemplo, para ir ao interior de outros estados para fazer uma decoração de festa.

Até porque estas lojas geralmente não fazem decoração, apenas vendem os produtos, muitos deles podem ser entregues pelos correios, outras não, o jeito então é fazer a decoração de acordo com os materiais disponíveis naquele momento, já que o importante é se divertir.

Toda decoração infantil é muito gostosa de fazer, pois permitem o uso de diversos materiais e modelos de objetos de decoração que são fabricados especialmente para as crianças e com detalhes infantis.

Não é difícil encontrar loja de papel de parede infantil em São Paulo, por se tratar de uma cidade com um número de moradores muito grande, muitos empresários investem nesse ramo para atender a necessidade da população.

Todo cliente procura bom atendimento e qualidade nos produtos caso encontre os dois num mesmo lugar sairá satisfeito e voltará para casa com suas compras feitas e a certeza de que aquela loja era exatamente a que estava procurando para fazer seus negócios.

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Lotes urbanizados são bom investimento

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Lotes urbanizados são um bom invesimento.Os loteamentos urbanos continuam a ter boa receptividade dos consumidores, basicamente, por dois fatores: Os lotes urbanizados não são financiados pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação) e acabam sendo comercializados diretamente pelos incorporadores de lotes. Esse diferencial, se é que podemos chamar assim, permite aos compradores uma menor influência da restrição de crédito e da elevação das taxas juros.

Mesmo em meio à crise macroeconômica do País e da queda da confiança por causa da inflação e do baixo crescimento, a demanda por lotes urbanizados permanece aquecida. Além disso, a melhoria na qualidade dos projetos tem atraído os olhares de consumidores atentos às boas oportunidades de mercado.

Por não depender de crédito imobiliário, o mercado de loteamentos, abertos ou com controle de acesso, difere-se do segmento de incorporação de unidades construídas. Esse descolamento entre ambos faz com que haja diferenças consideráveis em volume de lançamentos.

Outra peculiaridade do setor de loteamentos é o seu longo ciclo de produção. Pode-se chegar a 24 meses para aprovar um projeto – obtenção de licenças ambientais, aprovações municipais e registro de imóveis.  Portanto, o segmento sofre menor influência da volatilidade dos dados macroeconômicos, sejam eles extremamente favoráveis ou negativos. Além disso, o lote urbanizado é visto como reserva de valor e atrai investidores, além daqueles que compram para construir a casa própria.

Os lotes urbanizados são um bom investimento por vários motivos. Os encargos desses ativos, por exemplo, não geram ônus muito elevados, pois normalmente resumem-se em IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e, eventualmente, em taxas associativas, quando for loteamento com controle de acesso. E na medida em que os lotes são edificados, a lei de oferta e procura faz com que os preços evoluam, em alguns casos, de maneira superior a outras aplicações financeiras. Contudo, ao aplicar em lotes urbanizados como ativo financeiro deve-se ter atenção à sua liquidez, pois, como qualquer outro tipo de imóvel, a venda não é imediata e depende do comportamento do mercado local, além do humor da economia interna do País.

De qualquer forma, é importante o consumidor conhecer bem o mercado, a idoneidade das empresas que estão desenvolvendo os empreendimentos, e se as cidades onde estão os lotes têm economia diversificada e bom crescimento.

Ressalto, porém, que esse panorama traçado até agora não significa que o setor não enfrente nenhum entrave. Os loteadores têm de cumprir marcos regulatórios complexos, suportar a interferência de órgãos municipais e estaduais e, quase sempre, assumir responsabilidades do poder público, como suprir a falta de investimentos das concessionárias de saneamento. Além de atender à obrigatoriedade de instalar toda a infraestrutura interna do lote para garantir o abastecimento de água potável e o tratamento de esgoto, o loteador tem de assumir a instalação de sistemas de adução e tratamento de água.

Outro grande obstáculo é a falta de linhas de financiamento de crédito imobiliário para produção e comercialização dos lotes. Por mais paradoxal que possa parecer, os recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) para financiar habitação não podem ser destinados à produção de terra urbanizada. O trabalhador não pode usar o dinheiro do Fundo para amortizar a dívida, ou parte dela, da compra de um lote. Quando consegue acessar os recursos da poupança, os bancos financiam parte do preço, normalmente 50%, com taxas de juros e encargos caros e que impedem o acesso da grande massa de compradores desse tipo de produto imobiliário.

Na prática, as empresas de loteamento financiam o consumidor com prazos superiores a oito anos (100 meses). Assim, o setor desvirtua seu papel fundamental de ofertar terra urbanizada. E a adoção desse comportamento pelos empresários é por absoluta necessidade de sobrevivência!

Caio Portugal é presidente da Aelo (Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano) e vice-presidente de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Secovi-SP

Pintura em Drywall: produtos que auxiliam na hora de pintar o material

O Drywall é um sistema de construção de paredes e forros que por fora, parece uma alvenaria e por dentro, combina estruturas de aço galvanizado com chapas de gesso que proporcionam estabilização de temperatura ambiente, isolamento acústico e praticidade na hora de fazer alguma reforma. Para quem possui este tipo de material na construção de casa e deseja pintá-lo, o coordenador de desenvolvimento de produto da Pincéis Atlas, empresa líder no Brasil em pincéis, rolos e acessórios para pintura, Rafael Loose, preparou um guia com dicas que devem ser seguidas na hora de fazer a mudança de cor.
1° Passo – Avaliar a superfície da parede
De acordo com Rafael, é necessário verificar a presença de falhas, saliências e rebaixamento nos pontos das cabeças dos parafusos. “Caso haja algum defeito, é preciso corrigi-lo antes de começar a pintura”, afirma.
2° Passo – Preparação da superfície que irá ser pintada
As placas de drywall são niveladas e lisas, mas é comum apresentar diferenciação de cores e texturas entre as superfícies do cartão e da massa nas regiões das juntas entre as chapas e as cabeças dos parafusos. Para corrigir esse defeito, o especialista da Pincéis Atlas garante que é simples, basta fazer uso da massa corrida.
Para esta tarefa, o técnico indica o lançamento da Pincéis Atlas, a Massa Leve. Especial para tapar buracos e rachaduras em paredes internas e externas, o produto que é feito à base d’água, sem solventes e sem cheiro, é de fácil aplicação, além de não manchar e não encolher.
3° Passo – Lixar
Após a massa secar, é necessário lixar as áreas que receberam o produto para eliminar possíveis rebarbas e irregularidades.
Rafael indica a lixa para acabamentos finos em massa, da Pincéis Atlas.
4° Passo – A hora da pintura
Nesta etapa alguns cuidados devem ser tomados, como utilizar tintas específicas para aplicação em drywall e usar as trinchas certas, mais conhecidas como pincéis, que facilitarão o procedimento. Rafael dá dicas de vários modelos que a Pincéis Atlas possui:
Trincha dupla: Possui o dobro de cerdas da trincha média e é indicada para áreas maiores e a aplicação vai de acordo com a cerda.
Trincha com cerdas escuras: É ideal para pintura com tintas óleo e esmalte. Possui cerdas finas, porém mais robusta e durável.
Trincha com cerdas grisalhas: Esse tipo de trincha é indicada para o uso de tintas látex e acrílica. “Vale muito a pena em relação a preço/qualidade”, afirma Rafael.
Trincha com cerdas brancas: Mais fina e suave, possui melhor acabamento com tintas à base de solventes.
Outros Produtos
Para facilitar ainda mais o trabalho, Rafael indica outros produtos que podem ser muito úteis na hora de pintar as paredes.
A máscara de feltro e sem válvula é ideal para proteção respiratória contra poeiras e névoas.
A espátula de aço cromado e cabo plástico reforçado é a opção ideal para gesso drywall e massa corrida.
A Pincéis Atlas possui um rolo especialmente para pinturas em drywall e que é muito utilizado para paredes que precisam de um fino acabamento.

Câmeras de vigilância x privacidade: a eterna discussão

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Com gravação em todos os lugares, vem a pergunta. Até onde isso se torna invasão de privacidade?Nestes dias, uma reportagem me chamou atenção. A China vai garantir que todas as áreas públicas fundamentais do país sejam cobertas com câmeras de vigilância de vídeo até 2020 para combater o crime e garantir a estabilidade social. Esta é uma iniciativa que vem combater os distúrbios vividos no país.

A China já adotou uma série de medidas para evitar ataques de extremistas, incluindo planos para uma lei antiterrorismo que daria ao governo poderes mais amplos de vigilância. Também existe a discussão no país de fiscalizar locais como estradas, que serão totalmente cobertas por câmeras, e as informações coletadas serão compartilhadas com as autoridades

Com gravação em todos os lugares, vem a pergunta. Até onde isso se torna invasão de privacidade? É uma linha tênue, mas dá sim para convivermos sob olhares das câmeras e ainda assim mantermos nossa privacidade.

No Brasil, a Segurança Pública é um dos assuntos que mais preocupam os brasileiros, haja vista termos índices de assassinatos comparáveis a países em guerra. Especialistas de diversas áreas apontam como principais causas para a difícil situação que vivemos, as mais diversas razões para o aumento da criminalidade, dentre elas, a falta de investimento em educação, a estrutura judiciária brasileira, entre outros.

É fato que a vigilância com câmeras de vídeo é um dos meios mais eficientes para prevenção e controle da segurança patrimonial e pessoal, posto que possibilita ver e gravar imagens de locais vulneráveis ou de risco. Diariamente, observamos notícias e reportagens relacionados a efetividade das câmeras quando o assunto é segurança. Hoje, investir em câmeras deixou de ser um luxo e se tornou quase que uma necessidade. Seja para impedir um criminoso ou para denunciar um corrupto, não importa, as câmeras já fazem parte do nosso dia a dia.

Somos filmados em toda a parte. Em elevadores, portarias de prédios, bancos, ruas, supermercados, tal como se vivêssemos num imenso reality show. Isso muitas vezes se torna incomodo. Ainda assim, observo que as pessoas parecem dispostas a perder sua privacidade em nome da segurança.

O direito à intimidade e à vida privada é considerado no Direito Civil brasileiro. Isso não vai mudar. Basta que usemos essa ferramenta de segurança a nosso favor, divulgando aquilo que é interessante e não vá expor a privacidade e integridade da população. Responsabilidade é a palavra. Os brasileiros têm se mostrado favoráveis à instalação de câmeras de vigilância, pois entendem que elas ajudam a combater a violência. Hoje, somos informados quanto a existência de câmeras nos locais, na maioria das vezes com a placa “sorria, você está sendo filmado”, mas no futuro acho que será tão usual e comum que seremos avisados quando não houver câmeras no estabelecimento. Algo do tipo: “cuidado, aqui você não está sendo filmado”.

Alexandre Avanzi é administrador de empresas e diretor na Átimo Solutions.
www.atimosolutions.com.br

Lareiras são ótima opção para o aconchego do lar no frio

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Lareiras, ótima opção para o aconchego do larO frio faz definitivamente a gente querer ficar mais em casa, curtindo o aconchego do lar com a família, a dois, ou mesmo sozinho com a companhia de um bom livro e as lareiras criam este clima charmoso que nos remete a esta sensação de bem-estar. Hoje no mercado existem lareiras que atendem todas as necessidades dos ambientes, sendo ecológicas, a lenha, a gás ou elétricas, vai depender do espaço disponível, como também da composição da decoração do espaço.
Para a arquiteta Evelin Sayar o mais importante na hora de colocar uma lareira em um projeto, é incorporá-la ao ambiente dando o seu merecido destaque. “No mercado existem diversos modelos e tamanhos, justamente para que a adequação a planta seja perfeita”.
As lareiras ecológicas, por exemplo, podem ser utilizadas tanto em ambientes internos como externos e como não emanam fumaça, não há necessidade de chaminé. Lembrando que deve haver ventilação suficiente para propiciar a renovação do ar. Os modelos a lenha são indicados para lugares amplos e com chaminés. Lareiras elétricas são apropriadas para locais fechados e combinam com uma decoração mais moderna. Elas não precisam de dutos condutores de fumaça. Por fim, as a gás podem ser muito modernas também, adequando-se a diversos tamanhos dos ambientes. Para se ter esse modelo é preciso de condutores de ventilação.
Por isso nas estações mais frias, a lareira surge como a estrela do aconchego do lar. Seja ela tradicional ou moderna, para quarto, salas ou escritórios, acompanhado ou a sós, além de decorar e ser funcional, ela tem o poder de dar aquela gostosa sensação de aquecer o corpo e a alma, tornando o ambiente mais aconchegante.
Evelin Sayar Arquitetura Interiores
Rua Maria Úrsula, 135 – Santo André – SP
Tel. 11 4991-6493
www.evelinsayar.com.br

Seis alternativas para financiar a compra da casa própria

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Seis Opções Para Financiar A Compra Da Casa Própria Depois Das Mudanças Da CaixaDiante das alterações realizadas pela Caixa para a contratação de financiamento imobiliário, a compra do imóvel ficou mais complicada para aqueles que pretendem adquirir uma moradia. A AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências acaba de listar seis alternativas para financiar a compra da casa própria driblando a alta dos juros e conseguir juntar dinheiro para dar uma boa entrada na propriedade.

​Nesse momento, de cenário econômico ruim, é mais do que fundamental ao futuro comprador ter precaução antes de adquirir financiamento.

O sonho da casa própria para muitos dos brasileiros ficou mais distante. Isso se deve às mudanças feitas recentemente, pela Caixa Econômica Federal, que aumentou os juros, entre 8,80% e 9,45%, e reduziu o percentual máximo para financiar imóvel pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), de 80% para 50%, e pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), de 70% para 40%. Outra mudança foi à diminuição do valor máximo para financiar imóvel com recursos do FGTS dentro do programa Pró-Cotista (destinado a quem ganha acima de R$ 5 mil), que caiu de R$ 750 mil para R$ 400 mil.

Como opção para aqueles que pretendem contratar o crédito habitacional, a AMSPA elaborou um guia com seis sugestões para o consumidor fazer um fundo de reserva com o objetivo de dar uma boa entrada ao fechar o negócio, como também tentar escapar do aumento de juros. Confira a seguir:

  1. Consórcio: A modalidade é uma das opções para financiar a casa própria. As vantagens dessa alternativa de empréstimo são: os juros baixos; a possibilidade de usar o FGTS para dar lances e receber a carta de crédito rapidamente; o prazo para a liberação, que varia entre 60 a 180 meses, é menor se comparado a outros financiamentos que chegam a 35 anos. No entanto, quem escolher essa opção não pode ter pressa para mudar, pois tanto pode ser o primeiro a ser contemplado como o último. As taxas de administração, adesão e os seguros, que podem comprometer até 20% as prestações, são outro problema. Além disso, corre-se o risco de o valor não ser suficiente para aquisição do bem pretendido, quando da liberação da carta de crédito.
  2. Financiamento direto com a construtora: Essa alternativa de crédito é indicada para quem quer adquirir o bem no valor acima de R$ 500 mil e pretende quitar as parcelas em pouco tempo. A vantagem dessa escolha é dar uma entrada menor do que no empréstimo com banco e ter a facilidade de negociação com o incorporador. Também inclui a menor rigidez para conseguir a concessão do financiamento e, no caso da impossibilidade de cumprir o contrato, há a alternativa de se fazer um acordo. O problema dessa escolha está, mais uma vez, na cobrança dos juros, de 12% ao ano mais o IGPM – Índice Geral de Preços-Mercado, após receber as chaves, que leva ao aumento considerável do preço final. Por isso, é aconselhável quitar em torno de 30% o valor do imóvel na entrega das chaves. Se puder pagar tudo é melhor ainda.
  3. Cotação em bancos privados: A possibilidade de financiar o imóvel com instituições privadas pode ser uma boa alternativa, pois o valor de entrada é menor do que tomar empréstimo com a Caixa. Além disso, o consumidor, que tem um bom relacionamento com o banco e até mesmo recebe seu salário pela instituição, pode conseguir juros menores. Mas atenção! Financiar com o banco que você tem conta não significa que a taxa de juros será menor do que com o banco estatal. Mas antes de fazer a escolha, é indicado pedir para todas as financeiras, além da qual você possui conta, o CET – Custo Efetivo Total que vai mostrar todas as parcelas do financiamento, incluindo as taxas extras e os seguros que compõem a prestação. Com isso, você poderá comparar qual instituição oferece a melhor proposta para tomar empréstimo.
  4. Fundo de reserva: Junte dinheiro para dar uma boa entrada, com o uso do FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e o dinheiro guardado na poupança ou em outras aplicações. Nessa etapa também é importante que o futuro mutuário reúna a família, reveja seu orçamento e estabeleça um percentual do rendimento que vai poupar todo mês. Além de dar um sinal considerável para a compra do bem, o dinheiro guardado será fundamental para o consumidor ter maior poder de barganha para fechar um contrato mais vantajoso. Entre as vantagens estão: ter um bom desconto no preço do imóvel, pois as construtoras estão querendo desovar suas unidades em estoque, e negociar melhores taxas de juros.
  5. Composição de renda: A junção de rendas entre marido e esposa, ou outra pessoa com quem tenha um bom vínculo, é uma boa alternativa para usar o FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço dos participantes e dar uma boa entrada na aquisição do imóvel. No entanto, é preciso ficar atento quanto à taxa de juros, pois o percentual cobrado será baseado sobre a maior renda de quem faz parte da composição do financiamento. Outro cuidado é negociar com a pessoa, que vai compor a renda, se vai arcar também com as parcelas do financiamento e não apenas servir para comprovar o rendimento.
  6. Minha Casa, Minha Vida: O programa habitacional popular do governo é mais uma opção para aqueles que pretendem adquirir uma moradia. O benefício dessa modalidade são as taxas de juros menores, que vão de 5% a 7,16%, e dar uma entrada a partir de 10%. Para conseguir o empréstimo, o futuro mutuário deve ter renda entre R$ 1.600 a R$ 5 mil e adquirir imóvel com o teto máximo de R$ 190 mil. Diante de uma economia cheia de incertezas, é válido escolher uma propriedade menor que caiba no seu bolso e depois, quando a renda da família estiver melhor, aí sim, o adquirente comprar a casa própria desejada.

 

Para Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA, “nesse momento, de cenário econômico ruim, é mais do que fundamental ao futuro comprador ter precaução. É aconselhável reunir a família e colocar as contas na ponta do lápis para saber se realmente pode assumir o compromisso de longo prazo com as prestações da moradia. Mas, se o consumidor constatar que as parcelas do financiamento vão comprometer mais do que 30% do orçamento familiar e perceber ainda que não tem estabilidade no emprego, recomendo aguardar um momento melhor para realizar o sonho da casa própria”, aconselha.

Os mutuários que querem mais esclarecimentos podem recorrer à AMSPA. Os interessados podem entrar em contato pelos telefones 0800 77 79 230 (para mutuários fora de São Paulo), (11) 3292-9230 / 3242-4334 (sede Sé), (11) 2095-9090 (Tatuapé), (11) 3019-1899 (Faria Lima), (19) 3236-0566 (Campinas) e (13) 3252-1665 (Santos).

Academia em casa: para se exercitar sem perder tempo

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Academia em casaEm meio à rotina atribulada que por vezes (ou sempre) todos nós enfrentamos, falta tempo para quase tudo. E uma das atividades que geralmente é riscada da agenda é frequentar a academia. No entanto, para que a falta de tempo não prejudique a frequência de suas atividades físicas, o que é essencial para a manutenção da saúde e da boa forma, existe uma ótima opção para não perder o ritmo: ter uma academia em casa.

Montar uma estação de treinamentos em seu lar não é necessariamente caro nem complicado. Basta ter alguns equipamentos simples e indispensáveis para se exercitar nos dias em que fica difícil realizar um treino completo na academia, ou mesmo para se deslocar até ela, seja pela falta de tempo ou naqueles dias de frio mais intenso.

Para a instalação de sua academia em casa, escolha um espaço muito bem arejado, que facilite a circulação e com boa iluminação. Paredes com cores claras podem ajudar. Pisos de carpete não são recomendados, melhor optar por um tapete emborrachado em piso comum, pois é antiderrapante e de fácil limpeza.

É possível começar sua academia em casa com itens básicos e com custo acessível. Colchonete impermeável, halteres, faixas elásticas e tornozeleiras são extremamente úteis para tonificar os músculos e têm um preço relativamente baixo. Vale lembrar que, caso você não utilize halteres emborrachados, é importante utilizar luvas para proteger as mãos.

Já para quem precisa manter uma rotina de exercícios aeróbicos, mas não quer gastar muito dinheiro ou mesmo não tem espaço disponível para uma esteira ou bicicleta ergométrica, uma mini cama elástica e uma simples corda para pular são boas alternativas.

Mesmo que você só utilize o local e seus equipamentos por uma ou duas vezes por semana, tente limpar tudo diariamente. Use produtos bactericidas e que não tenham um cheiro muito forte. É importante que tudo fique limpo e livre de suor ou da gordura natural da pele para evitar a proliferação de germes.

Com a academia em casa acabam as desculpas para não treinar, mas nunca esqueça de seguir sempre as orientações de um treinador profissional e respeite as séries, frequência, duração e intensidades dos exercícios. Lembre-se também de se hidratar durante o treino e de manter uma alimentação balanceada.

7 dicas para relaxar e driblar o stress após o trabalho

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Relaxar e driblar o stress após o trabalhoO especialista em comportamento humano, Eduardo Shinyashiki, autor do livro Transforme seus Sonhos em Vida, ensina como não deixar a pressão do dia a dia atrapalhar a vida. São 7 atitudes simples que podem oferecer mais qualidade de vida e melhorar os relacionamentos pessoais e profissionais.
Veja como deixar o stress do lado de fora de casa com as 7 dicas para driblar o stress ao chegar do trabalho.

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5 dicas para planejar a reforma da casa

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Reforma da casaAfinal, não dá para começar a quebrar as paredes na reforma da casa sem ter a certeza de como ficará. Antes de renovar um ambiente, seja ele qual for, é interessante buscar inspiração em projetos modernos e arrojados para ter uma ideia melhor do que se procura como resultado final.

Se você tem em mente dar aquela repaginada em sua casa, selecionamos cinco ótimas dicas para fazer um planejamento prático e eficiente para a sua reforma. Confira. Continue lendo