Lotes urbanizados são bom investimento

Lotes urbanizados são um bom invesimento.Os loteamentos urbanos continuam a ter boa receptividade dos consumidores, basicamente, por dois fatores: Os lotes urbanizados não são financiados pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação) e acabam sendo comercializados diretamente pelos incorporadores de lotes. Esse diferencial, se é que podemos chamar assim, permite aos compradores uma menor influência da restrição de crédito e da elevação das taxas juros.

Mesmo em meio à crise macroeconômica do País e da queda da confiança por causa da inflação e do baixo crescimento, a demanda por lotes urbanizados permanece aquecida. Além disso, a melhoria na qualidade dos projetos tem atraído os olhares de consumidores atentos às boas oportunidades de mercado.

Por não depender de crédito imobiliário, o mercado de loteamentos, abertos ou com controle de acesso, difere-se do segmento de incorporação de unidades construídas. Esse descolamento entre ambos faz com que haja diferenças consideráveis em volume de lançamentos.

Outra peculiaridade do setor de loteamentos é o seu longo ciclo de produção. Pode-se chegar a 24 meses para aprovar um projeto – obtenção de licenças ambientais, aprovações municipais e registro de imóveis.  Portanto, o segmento sofre menor influência da volatilidade dos dados macroeconômicos, sejam eles extremamente favoráveis ou negativos. Além disso, o lote urbanizado é visto como reserva de valor e atrai investidores, além daqueles que compram para construir a casa própria.

Os lotes urbanizados são um bom investimento por vários motivos. Os encargos desses ativos, por exemplo, não geram ônus muito elevados, pois normalmente resumem-se em IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e, eventualmente, em taxas associativas, quando for loteamento com controle de acesso. E na medida em que os lotes são edificados, a lei de oferta e procura faz com que os preços evoluam, em alguns casos, de maneira superior a outras aplicações financeiras. Contudo, ao aplicar em lotes urbanizados como ativo financeiro deve-se ter atenção à sua liquidez, pois, como qualquer outro tipo de imóvel, a venda não é imediata e depende do comportamento do mercado local, além do humor da economia interna do País.

De qualquer forma, é importante o consumidor conhecer bem o mercado, a idoneidade das empresas que estão desenvolvendo os empreendimentos, e se as cidades onde estão os lotes têm economia diversificada e bom crescimento.

Ressalto, porém, que esse panorama traçado até agora não significa que o setor não enfrente nenhum entrave. Os loteadores têm de cumprir marcos regulatórios complexos, suportar a interferência de órgãos municipais e estaduais e, quase sempre, assumir responsabilidades do poder público, como suprir a falta de investimentos das concessionárias de saneamento. Além de atender à obrigatoriedade de instalar toda a infraestrutura interna do lote para garantir o abastecimento de água potável e o tratamento de esgoto, o loteador tem de assumir a instalação de sistemas de adução e tratamento de água.

Outro grande obstáculo é a falta de linhas de financiamento de crédito imobiliário para produção e comercialização dos lotes. Por mais paradoxal que possa parecer, os recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) para financiar habitação não podem ser destinados à produção de terra urbanizada. O trabalhador não pode usar o dinheiro do Fundo para amortizar a dívida, ou parte dela, da compra de um lote. Quando consegue acessar os recursos da poupança, os bancos financiam parte do preço, normalmente 50%, com taxas de juros e encargos caros e que impedem o acesso da grande massa de compradores desse tipo de produto imobiliário.

Na prática, as empresas de loteamento financiam o consumidor com prazos superiores a oito anos (100 meses). Assim, o setor desvirtua seu papel fundamental de ofertar terra urbanizada. E a adoção desse comportamento pelos empresários é por absoluta necessidade de sobrevivência!

Caio Portugal é presidente da Aelo (Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano) e vice-presidente de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Secovi-SP

Câmeras de vigilância x privacidade: a eterna discussão

Com gravação em todos os lugares, vem a pergunta. Até onde isso se torna invasão de privacidade?Nestes dias, uma reportagem me chamou atenção. A China vai garantir que todas as áreas públicas fundamentais do país sejam cobertas com câmeras de vigilância de vídeo até 2020 para combater o crime e garantir a estabilidade social. Esta é uma iniciativa que vem combater os distúrbios vividos no país.

A China já adotou uma série de medidas para evitar ataques de extremistas, incluindo planos para uma lei antiterrorismo que daria ao governo poderes mais amplos de vigilância. Também existe a discussão no país de fiscalizar locais como estradas, que serão totalmente cobertas por câmeras, e as informações coletadas serão compartilhadas com as autoridades

Com gravação em todos os lugares, vem a pergunta. Até onde isso se torna invasão de privacidade? É uma linha tênue, mas dá sim para convivermos sob olhares das câmeras e ainda assim mantermos nossa privacidade.

No Brasil, a Segurança Pública é um dos assuntos que mais preocupam os brasileiros, haja vista termos índices de assassinatos comparáveis a países em guerra. Especialistas de diversas áreas apontam como principais causas para a difícil situação que vivemos, as mais diversas razões para o aumento da criminalidade, dentre elas, a falta de investimento em educação, a estrutura judiciária brasileira, entre outros.

É fato que a vigilância com câmeras de vídeo é um dos meios mais eficientes para prevenção e controle da segurança patrimonial e pessoal, posto que possibilita ver e gravar imagens de locais vulneráveis ou de risco. Diariamente, observamos notícias e reportagens relacionados a efetividade das câmeras quando o assunto é segurança. Hoje, investir em câmeras deixou de ser um luxo e se tornou quase que uma necessidade. Seja para impedir um criminoso ou para denunciar um corrupto, não importa, as câmeras já fazem parte do nosso dia a dia.

Somos filmados em toda a parte. Em elevadores, portarias de prédios, bancos, ruas, supermercados, tal como se vivêssemos num imenso reality show. Isso muitas vezes se torna incomodo. Ainda assim, observo que as pessoas parecem dispostas a perder sua privacidade em nome da segurança.

O direito à intimidade e à vida privada é considerado no Direito Civil brasileiro. Isso não vai mudar. Basta que usemos essa ferramenta de segurança a nosso favor, divulgando aquilo que é interessante e não vá expor a privacidade e integridade da população. Responsabilidade é a palavra. Os brasileiros têm se mostrado favoráveis à instalação de câmeras de vigilância, pois entendem que elas ajudam a combater a violência. Hoje, somos informados quanto a existência de câmeras nos locais, na maioria das vezes com a placa “sorria, você está sendo filmado”, mas no futuro acho que será tão usual e comum que seremos avisados quando não houver câmeras no estabelecimento. Algo do tipo: “cuidado, aqui você não está sendo filmado”.

Alexandre Avanzi é administrador de empresas e diretor na Átimo Solutions.
www.atimosolutions.com.br

Lareiras são ótima opção para o aconchego do lar no frio

Lareiras, ótima opção para o aconchego do larO frio faz definitivamente a gente querer ficar mais em casa, curtindo o aconchego do lar com a família, a dois, ou mesmo sozinho com a companhia de um bom livro e as lareiras criam este clima charmoso que nos remete a esta sensação de bem-estar. Hoje no mercado existem lareiras que atendem todas as necessidades dos ambientes, sendo ecológicas, a lenha, a gás ou elétricas, vai depender do espaço disponível, como também da composição da decoração do espaço.
Para a arquiteta Evelin Sayar o mais importante na hora de colocar uma lareira em um projeto, é incorporá-la ao ambiente dando o seu merecido destaque. “No mercado existem diversos modelos e tamanhos, justamente para que a adequação a planta seja perfeita”.
As lareiras ecológicas, por exemplo, podem ser utilizadas tanto em ambientes internos como externos e como não emanam fumaça, não há necessidade de chaminé. Lembrando que deve haver ventilação suficiente para propiciar a renovação do ar. Os modelos a lenha são indicados para lugares amplos e com chaminés. Lareiras elétricas são apropriadas para locais fechados e combinam com uma decoração mais moderna. Elas não precisam de dutos condutores de fumaça. Por fim, as a gás podem ser muito modernas também, adequando-se a diversos tamanhos dos ambientes. Para se ter esse modelo é preciso de condutores de ventilação.
Por isso nas estações mais frias, a lareira surge como a estrela do aconchego do lar. Seja ela tradicional ou moderna, para quarto, salas ou escritórios, acompanhado ou a sós, além de decorar e ser funcional, ela tem o poder de dar aquela gostosa sensação de aquecer o corpo e a alma, tornando o ambiente mais aconchegante.
Evelin Sayar Arquitetura Interiores
Rua Maria Úrsula, 135 – Santo André – SP
Tel. 11 4991-6493
www.evelinsayar.com.br

Seis alternativas para financiar a compra da casa própria

Seis Opções Para Financiar A Compra Da Casa Própria Depois Das Mudanças Da CaixaDiante das alterações realizadas pela Caixa para a contratação de financiamento imobiliário, a compra do imóvel ficou mais complicada para aqueles que pretendem adquirir uma moradia. A AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências acaba de listar seis alternativas para financiar a compra da casa própria driblando a alta dos juros e conseguir juntar dinheiro para dar uma boa entrada na propriedade.

​Nesse momento, de cenário econômico ruim, é mais do que fundamental ao futuro comprador ter precaução antes de adquirir financiamento.

O sonho da casa própria para muitos dos brasileiros ficou mais distante. Isso se deve às mudanças feitas recentemente, pela Caixa Econômica Federal, que aumentou os juros, entre 8,80% e 9,45%, e reduziu o percentual máximo para financiar imóvel pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), de 80% para 50%, e pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), de 70% para 40%. Outra mudança foi à diminuição do valor máximo para financiar imóvel com recursos do FGTS dentro do programa Pró-Cotista (destinado a quem ganha acima de R$ 5 mil), que caiu de R$ 750 mil para R$ 400 mil.

Como opção para aqueles que pretendem contratar o crédito habitacional, a AMSPA elaborou um guia com seis sugestões para o consumidor fazer um fundo de reserva com o objetivo de dar uma boa entrada ao fechar o negócio, como também tentar escapar do aumento de juros. Confira a seguir:

  1. Consórcio: A modalidade é uma das opções para financiar a casa própria. As vantagens dessa alternativa de empréstimo são: os juros baixos; a possibilidade de usar o FGTS para dar lances e receber a carta de crédito rapidamente; o prazo para a liberação, que varia entre 60 a 180 meses, é menor se comparado a outros financiamentos que chegam a 35 anos. No entanto, quem escolher essa opção não pode ter pressa para mudar, pois tanto pode ser o primeiro a ser contemplado como o último. As taxas de administração, adesão e os seguros, que podem comprometer até 20% as prestações, são outro problema. Além disso, corre-se o risco de o valor não ser suficiente para aquisição do bem pretendido, quando da liberação da carta de crédito.
  2. Financiamento direto com a construtora: Essa alternativa de crédito é indicada para quem quer adquirir o bem no valor acima de R$ 500 mil e pretende quitar as parcelas em pouco tempo. A vantagem dessa escolha é dar uma entrada menor do que no empréstimo com banco e ter a facilidade de negociação com o incorporador. Também inclui a menor rigidez para conseguir a concessão do financiamento e, no caso da impossibilidade de cumprir o contrato, há a alternativa de se fazer um acordo. O problema dessa escolha está, mais uma vez, na cobrança dos juros, de 12% ao ano mais o IGPM – Índice Geral de Preços-Mercado, após receber as chaves, que leva ao aumento considerável do preço final. Por isso, é aconselhável quitar em torno de 30% o valor do imóvel na entrega das chaves. Se puder pagar tudo é melhor ainda.
  3. Cotação em bancos privados: A possibilidade de financiar o imóvel com instituições privadas pode ser uma boa alternativa, pois o valor de entrada é menor do que tomar empréstimo com a Caixa. Além disso, o consumidor, que tem um bom relacionamento com o banco e até mesmo recebe seu salário pela instituição, pode conseguir juros menores. Mas atenção! Financiar com o banco que você tem conta não significa que a taxa de juros será menor do que com o banco estatal. Mas antes de fazer a escolha, é indicado pedir para todas as financeiras, além da qual você possui conta, o CET – Custo Efetivo Total que vai mostrar todas as parcelas do financiamento, incluindo as taxas extras e os seguros que compõem a prestação. Com isso, você poderá comparar qual instituição oferece a melhor proposta para tomar empréstimo.
  4. Fundo de reserva: Junte dinheiro para dar uma boa entrada, com o uso do FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e o dinheiro guardado na poupança ou em outras aplicações. Nessa etapa também é importante que o futuro mutuário reúna a família, reveja seu orçamento e estabeleça um percentual do rendimento que vai poupar todo mês. Além de dar um sinal considerável para a compra do bem, o dinheiro guardado será fundamental para o consumidor ter maior poder de barganha para fechar um contrato mais vantajoso. Entre as vantagens estão: ter um bom desconto no preço do imóvel, pois as construtoras estão querendo desovar suas unidades em estoque, e negociar melhores taxas de juros.
  5. Composição de renda: A junção de rendas entre marido e esposa, ou outra pessoa com quem tenha um bom vínculo, é uma boa alternativa para usar o FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço dos participantes e dar uma boa entrada na aquisição do imóvel. No entanto, é preciso ficar atento quanto à taxa de juros, pois o percentual cobrado será baseado sobre a maior renda de quem faz parte da composição do financiamento. Outro cuidado é negociar com a pessoa, que vai compor a renda, se vai arcar também com as parcelas do financiamento e não apenas servir para comprovar o rendimento.
  6. Minha Casa, Minha Vida: O programa habitacional popular do governo é mais uma opção para aqueles que pretendem adquirir uma moradia. O benefício dessa modalidade são as taxas de juros menores, que vão de 5% a 7,16%, e dar uma entrada a partir de 10%. Para conseguir o empréstimo, o futuro mutuário deve ter renda entre R$ 1.600 a R$ 5 mil e adquirir imóvel com o teto máximo de R$ 190 mil. Diante de uma economia cheia de incertezas, é válido escolher uma propriedade menor que caiba no seu bolso e depois, quando a renda da família estiver melhor, aí sim, o adquirente comprar a casa própria desejada.

 

Para Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA, “nesse momento, de cenário econômico ruim, é mais do que fundamental ao futuro comprador ter precaução. É aconselhável reunir a família e colocar as contas na ponta do lápis para saber se realmente pode assumir o compromisso de longo prazo com as prestações da moradia. Mas, se o consumidor constatar que as parcelas do financiamento vão comprometer mais do que 30% do orçamento familiar e perceber ainda que não tem estabilidade no emprego, recomendo aguardar um momento melhor para realizar o sonho da casa própria”, aconselha.

Os mutuários que querem mais esclarecimentos podem recorrer à AMSPA. Os interessados podem entrar em contato pelos telefones 0800 77 79 230 (para mutuários fora de São Paulo), (11) 3292-9230 / 3242-4334 (sede Sé), (11) 2095-9090 (Tatuapé), (11) 3019-1899 (Faria Lima), (19) 3236-0566 (Campinas) e (13) 3252-1665 (Santos).

Academia em casa: para se exercitar sem perder tempo

Academia em casaEm meio à rotina atribulada que por vezes (ou sempre) todos nós enfrentamos, falta tempo para quase tudo. E uma das atividades que geralmente é riscada da agenda é frequentar a academia. No entanto, para que a falta de tempo não prejudique a frequência de suas atividades físicas, o que é essencial para a manutenção da saúde e da boa forma, existe uma ótima opção para não perder o ritmo: ter uma academia em casa.

Montar uma estação de treinamentos em seu lar não é necessariamente caro nem complicado. Basta ter alguns equipamentos simples e indispensáveis para se exercitar nos dias em que fica difícil realizar um treino completo na academia, ou mesmo para se deslocar até ela, seja pela falta de tempo ou naqueles dias de frio mais intenso.

Para a instalação de sua academia em casa, escolha um espaço muito bem arejado, que facilite a circulação e com boa iluminação. Paredes com cores claras podem ajudar. Pisos de carpete não são recomendados, melhor optar por um tapete emborrachado em piso comum, pois é antiderrapante e de fácil limpeza.

É possível começar sua academia em casa com itens básicos e com custo acessível. Colchonete impermeável, halteres, faixas elásticas e tornozeleiras são extremamente úteis para tonificar os músculos e têm um preço relativamente baixo. Vale lembrar que, caso você não utilize halteres emborrachados, é importante utilizar luvas para proteger as mãos.

Já para quem precisa manter uma rotina de exercícios aeróbicos, mas não quer gastar muito dinheiro ou mesmo não tem espaço disponível para uma esteira ou bicicleta ergométrica, uma mini cama elástica e uma simples corda para pular são boas alternativas.

Mesmo que você só utilize o local e seus equipamentos por uma ou duas vezes por semana, tente limpar tudo diariamente. Use produtos bactericidas e que não tenham um cheiro muito forte. É importante que tudo fique limpo e livre de suor ou da gordura natural da pele para evitar a proliferação de germes.

Com a academia em casa acabam as desculpas para não treinar, mas nunca esqueça de seguir sempre as orientações de um treinador profissional e respeite as séries, frequência, duração e intensidades dos exercícios. Lembre-se também de se hidratar durante o treino e de manter uma alimentação balanceada.

7 dicas para relaxar e driblar o stress após o trabalho

Relaxar e driblar o stress após o trabalhoO especialista em comportamento humano, Eduardo Shinyashiki, autor do livro Transforme seus Sonhos em Vida, ensina como não deixar a pressão do dia a dia atrapalhar a vida. São 7 atitudes simples que podem oferecer mais qualidade de vida e melhorar os relacionamentos pessoais e profissionais.
Veja como deixar o stress do lado de fora de casa com as 7 dicas para driblar o stress ao chegar do trabalho.

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5 dicas para planejar a reforma da casa

Reforma da casaAfinal, não dá para começar a quebrar as paredes na reforma da casa sem ter a certeza de como ficará. Antes de renovar um ambiente, seja ele qual for, é interessante buscar inspiração em projetos modernos e arrojados para ter uma ideia melhor do que se procura como resultado final.

Se você tem em mente dar aquela repaginada em sua casa, selecionamos cinco ótimas dicas para fazer um planejamento prático e eficiente para a sua reforma. Confira. Continue reading ‘5 dicas para planejar a reforma da casa’ »

Mantas e edredons de microfibra são ideais para o outono

Mantas e edredons no outonoCom o outono começando e as noites com um pouco mais de friozinho, nada melhor do que usar edredons e mantas para se aquecer. Pensando nisso, a mmartan dá dicas dos melhores produtos para esta época do ano com sua linha em microfibra: mantas e edredons para todos os gostos.
Os produtos feitos com o tecido são ótimos para serem usados em quartos e salas, e no sofá para ficar bem aconchegante vendo TV ou lendo um livro para relaxar. Já as versões estampadas são ótimas para animar aqueles dias chuvosos no final de semana, com misturas de cores bacanas para combinar com o jogo de lençol, que só a marca referência de cama, mesa e banho, oferece.

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